Grupo Gestor autoriza nomeação de 420 policiais civis

26/10/2011

Polícia Civil de Santa Catarina

O Grupo Gestor do Governo do Estado autorizou, na manhã de hoje, (26) a nomeação de 420 policiais civis aprovados no concurso público de 2010. A medida atinge ainda 41 delegados de polícia remanescentes do concurso público de 2008. A informação chegou ao gabinete do secretário, em exercício, Coronel PM Fernando

de Menezes no final da manhã.

Dos 420 novos policiais 350 são agentes de polícia, 29 psicólogos e 41 delegados. O secretário César Grubba, que acompanha a missão governamental à Ásia, já foi informado da manifestação do Conselho Gestor. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) irá definir um cronograma de nomeação que será amplamente divulgado em nossas redes sociais e na imprensa.

O concurso público realizado pela Polícia Civil, em 2010, teve como objetivo preencher vagas nas

de Psicólogo Policial, Escrivão de Polícia e Agente de Polícia. Foram feitos dois editais distintos – uma para a carreira de Psicólogo Policial e outro para as carreiras de Escrivão de Polícia e Agente de Polícia.

A homologação do concurso para a carreira de Escrivão de Polícia aguarda pronunciamento da Procuradoria Geral do Estado, PGE, uma vez que a prova objetiva ainda é objeto de discussão no Poder Judiciário. O efetivo da Polícia Civil de

é de 3.288 policiais.

Informações adicionais: Jornalista João Carlos Mendonça Santos; fones 48.3251.1116/8843.7615 email: imprensa.

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Audiência Pública O SISTEMA INTEGRADO DA SEGURANÇA PÚBLICA

14/10/2011
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O Presidente da Comissão de Segurança Pública

Deputado Marcos Vieira

por proposição do

Deputado Jailson Lima

Convidam para participar de Audiência Pública com o tema:

"O Sistema Integrado da Segurança Pública"

a realizar-se no dia vinte e quatro de outubro de dois mil e onze

às quatorze horas, no Plenarinho Deputado Paulo Stuart Wright

da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina

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Preso foge escondido no latão de lixo em Balneário Camboriú

10/10/2011

Um preso conseguiu fugir do Presídio de

escondido dentro de um latão de lixo. A fuga ocorreu no início da noite deste domingo, e só foi percebida no momento em que o detento Carlos Douglas Montovani saiu do latão, já fora da unidade. Os seguranças ainda tentaram detê-lo, mas ele conseguiu correr.

Montovani estava detido desde 20 de setembro, suspeito de assalto. Segundo a direção da unidade, ele teria entrado no latão e aguardado a retirada do lixo, que ocorre diariamente. O diretor do presídio, Leandro Kruel, disse que pretende mudar o esquema de retirada do lixoapós a fuga.

A segurança no Presídio de Balneário Camboriú é prejudicada pela superlotação – o local tem espaço para 104 presos, mas abriga 290.


A baixa procura no concurso para soldado da PM

10/10/2011

Logo da APRASC

Não é apenas o baixo salário que vem afastando os pretendentes ao concurso para soldado da Polícia Militar de

. A defasagem salarial existe e é preocupante, pois desde 2006 os praças não recebem aumento real de salário. Mas o vencimento defasado pode não ser o principal motivo da falta de candidatos nos dois últimos concursos realizados pela instituição. Tão grave quanto o salário baixo é a desigualdade salarial existente nas corporações militares de SC. A PM e o Bombeiro Militar de SC têm hoje a maior diferença salarial entre oficiais e praças do

.

Para se ter uma ideia do tamanho da desigualdade existente em SC, basta comparar com Estados como

e

: um soldado da PM paulista recebe aproximadamente R$ 2 mil, enquanto um delegado, maior salário da segurança pública em

, recebe cerca de R$ 5 mil mensais. No Paraná, um soldado ganha cerca de R$ 1,9 mil, enquanto um tenente tem salário de R$ 4,5 mil, de acordo com informações do último concurso realizado pela PMPR.

Em SC um aspirante a oficial, menor salário do oficialato, recebe mais de R$ 8 mil reais por mês, enquanto os soldados ganham uma média de R$ 1,7 mil. Ironicamente, SC é o único Estado do país com uma lei criada justamente para impedir as disparidades salariais dentro da mesma instituição: a Lei 254/03, que determina diferença máxima de quatro vezes entre o menor e o maior salários. Atualmente essa diferença chega a dez vezes entre os vencimentos de soldados e coronéis. Além de ilegal, essa situação gera um sentimento de injustiça na base das instituições, alimenta rivalidades entre praças e oficiais e desmotiva ainda mais os servidores que estão mais diretamente envolvidos no combate a criminalidade.

Não bastassem os salários defasados e o abismo salarial, os praças ainda convivem com a falta de perspectivas na carreira. Hoje ainda existem soldados com 25 anos de serviço na instituição, ou seja, um quarto de século dedicado à PM sem receber uma única promoção. Também nesse quesito os praças sofrem discriminação, pois os oficiais são promovidos a cada cinco anos em média, e recebem três promoções sem precisar realizar cursos. Os praças, além da demora desestimulante, ainda são obrigados a enfrentar seleção interna e freqüentar cursos na Capital durante o Verão, quando são utilizados para cobrir a falta de efetivo nas praias. Também convivem, durante e após o curso de formação, com regulamentos ultrapassados, que não condizem com a realidade democrática do país.

A soma de todos esses elementos desestimula os jovens que sonham com a carreira policial militar. A prova de que o problema não é somente o salário é a quantidade de candidatos por vaga no concurso da Polícia Civil, que paga os mesmos valores e também exige nível superior para o ingresso. Enquanto o concurso da PMSC atraiu 1,7 candidatos por vaga, o concurso da Polícia Civil apresentou média de 16/1.

A Aprasc defende a continuidade da exigência de nível superior para o ingresso nas instituições militares de SC, pois entendemos que a falta de procura se dá devido as condições de trabalho dos praças, e não ao aumento do nível de escolaridade. Se o Estado quer uma Polícia cada vez mais preparada e eficiente deve manter a exigência do curso superior e melhorar as condições, evitando assim não só o fracasso no concurso, mas também a saída de bons profissionais que cada vez mais deixam as fileiras da corporação por falta de perspectivas. É urgente a revisão dos regulamentos militares, do plano de carreira dos praças e principalmente do abismo salarial entre praças e oficiais em Santa Catarina.

Florianópolis, 4 de outubro de 2011.

Associação de Praças de Santa Catarina – Aprasc


Santa Catarina deve receber 358 câmeras de monitoramento urbano até o fim do verão

04/10/2011

Sistema deve ser instalado em pontos onde há mais criminalidade.

A instalação de 358 câmeras de monitoramento urbano em 31 cidades promete reforçar o trabalho da polícia na prevenção e combate ao crime em Santa Catarina. O sistema de videomonitoramento deve começar a ser instalado em dezembro e estará em operação até o fim do verão.

Após a assinatura do convênio — entre o Governo do Estado, a Secretária da Segurança Pública (SSP) e os municípios, com investimento de R$ 5.701 milhões — será lançado um edital para definir as empresas que vão instalar e fazer a manutenção dos equipamentos.

Os pontos de monitoramento serão definidos com base em dados da polícia. Segundo estatísticas oficiais, a criminalidade é menor em locais onde existem câmeras de vigilância.

As câmeras funcionam como ferramenta de apoio ao policiamento e potencializam as atividades de vigilância nas cidades — explica Vânio Luiz Dalmarco, coordenador do sistema de videomonitoramento urbano da SSP.

Novas aquisições

O Estado já conta com 550 câmeras em funcionamento, em dezoito cidades. Além das novas aquisições, outras cem câmeras serão instaladas em pontos estratégicos de Florianópolis, Balneário Camboriú, Itapema, Penha,

,

,

e Laguna — em uma parceria da SSP e a Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte.

Câmeras "inteligentes" também serão instaladas nas cabeceiras das pontes Colombo Salles e Pedro Ivo Campos, em Florianópolis. A nova tecnologia permite o reconhecimento de placas de veículos e a leitura biométrica facial, em tempo real.

As imagens chegam a uma central de monitoramento e são confrontadas com um banco de dados. Em caso de pessoas foragidas ou com mandado de prisão, por exemplo, o sistema dispara um alarme e aciona a polícia. O mesmo acontece em caso de carros furtados.

Cidades/Número de câmera

  • Antônio Carlos – 6
  • – 6

  • – 10

  • Bombinhas – 15
  • Braço do Norte – 10
  • Canoinhas – 6
  • – 10

  • Florianópolis – 65
  • Forquilhinhas – 7
  • Gaspar – 14
  • Guaramirim – 10
  • Herval do Oeste – 7
  • Içara – 11
  • Indaial – 10
  • Itapema – 15
  • Joaçaba – 13
  • Lages – 10
  • Laguna – 10
  • Massaranduba – 5
  • Navegantes – 6
  • Palhoça – 10
  • Penha – 10
  • Piçarras – 10
  • Porto Belo – 10
  • Presidente Getúlio – 6
  • – 9

  • – 10

  • – 5

  • Schroeder – 5
  • Sombrio – 6
  • Timbó – 10
  • Urussanga – 10
  • Xanxerê – 11

REUNIÃO CISP CANCELADA

03/10/2011